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domingo, 1 de maio de 2011

Seitan

No dia 26 de abril, o prato do dia no Terrace foi "Seitan de cebolada", a este propósito falamo-vos hoje um pouco de Seitan.


O seitan é conhecido pelo nome de “carne vegetal” por ter um aspecto semelhante à carne e porque é feito a partir de um cereal, o trigo.

Inventado há séculos pelos monges budistas da China, o seitan atravessou o continente Asiático e converteu-se num alimento básico de qualquer dieta vegetariana equilibrada.



O seitan é um produto feito a partir de trigo, concentrando toda a parte proteica do cereal, o glúten. Obtém-se fervendo, em fogo lento, a massa de trigo num caldo de água, raiz de gengibre, alga kombu e tamari (molho de soja).
A cozedura do seitan neste caldo irá produzir um enriquecimento em sais minerais e aminoácidos (em especial a lisina).
O seitan é rico em proteínas e pobre em gorduras. Cerca de 180 g de seitan são suficientes para satisfazer as necessidades proteicas diárias.

fontes: texto + imagens (1, 2 e 3)

domingo, 3 de abril de 2011

Bacalhau

Na próxima terça-feira, dia 5 de Abril, o prato do dia no Terrace é bacalhau com abóbora.
A este propósito dedicamos a nossa secção de ingredientes de hoje ao bacalhau.


Muitas coisas se poderia dizer deste animal que, vivo, mal conhecemos, mas que frequenta os nossos pratos desde sempre...
Por isso, e como as abordagens são infindáveis, desta vez decidi deixar-vos, não as as informações e as respostas às nossas dúvidas, mas as dúvidas em si.
Resumindo, encontrei uma página na internet, toda ela dedicada ao tema deste nosso artigo de hoje e que tem uma parte de perguntas e respostas onde podemos satisfazer todas as nossas curiosidades.  Lá encontramos desenvolvidos tópicos, como por exemplo: o que é o bacalhau; de onde vem; que tipos há; tamanhos; como verificar a sua cura; que prazo de validade tem; se faz bem à saúde; como lhe são feitos os cortes; como é desfiado; dessalgado; embalado; que quantidade se deve calcular por pessoa; como mantê-lo depois de o comprar; como aproveitar as sobras; que vinhos o acompanham; etc.
Se alguma destas questões lhe abriu o apetite intelectual, poderá satisfazê-lo consultando a página: O Mundo do Bacalhau.  Ali encontrará respostas para tudo o que se relacione com o bacalhau.
Se, por outro lado, esta conversa lhe abriu o apetite (não o intelectual, mas o outro), então não se esqueça de visitar o Terrace no dia 5 e também ficará satisfeito.

domingo, 13 de março de 2011

Cenoura

No dia 7 de março o almoço no Terrace foi Almôndegas com Arroz Primavera.  Sendo que um dos ingredientes é a cenoura, aqui ficam algumas curiosidades...



A história da cenoura começa ainda na Antiguidade, período em que era cultivada na região do Mar Mediterrâneo e usada como planta medicinal. O vegetal, de origem afegã, era cozido em ensopados para auxiliar na recuperação de doentes. No século XIII ela se popularizou na Europa, de onde mais tarde migrou para a América. O consumo de cenoura crua, em forma de salada, ganhou as mesas apenas no século XX. A inconfundível cor alaranjada que o vegetal carrega deve-se à presença de grandes quantidades de beta-caroteno, substância transformada em vitamina A pelo corpo humano. A vitamina A previne a cegueira noturna e pode ajudar a diminuir os níveis de colesterol no sangue. Além disso, o vegetal também possui fibras, potássio e é fonte de vitamina C. Uma cenoura média tem mais de 200% da quantidade de vitamina A que uma pessoa adulta necessita por dia.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Noz Moscada

Desta vez, apeteceu-me navegar pelos sites onde a pesquisa me levasse.
Deixo-vos, portanto, um desordenado informativo, curiosidades de um ingrediente que todos conhecemos de sobejo e que é presença habitual nas quiches que pode encontrar no Terrace.

Ladies and gentlemen…
a NOZ MOSCADA





Até meados do século XIX a única fonte mundial de noz moscada eram as pequenas ilhas Banda, nas Molucas, Indonésia.

É largamente comercializada, principalmente na Europa, como condimento na indústria frigorífica e farmacêutica, na perfumaria e tabacaria.

Ao Ocidente, foi levada pelos árabes

A alta culinária europeia, usa e abusa da noz moscada nos seus cardápios com tendências afrodisíacas e medicinais

É tradicionalmente usada para polvilhar pudins de leite, como o pudim de arroz ou a coalhada, mas também é um condimento perfeito para puré de batata, pratos com abóbora, espinafres e massa, e é maravilhosa combinada com queijo e em todos os purés de legumes de raízes.

Deve ralar-se a noz-moscada na altura de usar, pois os seus óleos essenciais e o seu sabor perdem-se rapidamente.

Mais intensa e presente na nossa culinária, está a noz-moscada, de propriedades excitantes devido a um conjunto de compostos terpénicos como o canfeno e diversos álcoois como o safrol e a miristicina.


A noz-moscada alegra pratos de caça, empadas de carne da cozinha tradicional da Beira-Baixa e a famosa Lagosta suada de Peniche, na companhia do piripiri, da pimenta e do vinho do Porto, mistura explosiva, segundo alguns autores, que estudam as relações entre ingredientes e excitações várias.

Os principais países produtores são: Indonésia, Índia, Nova Guiné, Ceilão, Zanzibar, Trinidad, Tailândia.

Já os principais compradores são: Inglaterra, França, Canana, Estados Unidos. Japão, China e Austrália.

Estas árvores podem atingir 100 anos de vida.

A noz-moscada não é o fruto da árvore mas sim a semente que se encontra envolta numa película fina


No século IV, a Noz-Moscada era tão cara, que para comprar meio quilo deste tempêro era necessário dispender em forma de pagamento cerca de três ovelhas, dois bezerros ou até uma vaca por isso.

Devido ao facto de ser tão cara, a Noz-Moscada era um símbolo de status, e nobres da época levavam o seu próprio tempero a restaurantes para dar sabor à comida.






 

Índice de ingredientes

bacalhau
batata
caril
cenoura
noz moscada
seitan

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Caril

Hoje, segunda-feira, dia 21 de fevereiro de 2011, o prato do dia no Terrace é Caril de Frango.  A propósito vamos hoje falar-vos um pouco de Caril.



O caril ou curry é uma mistura de especiarias muito utilizada na culinária de países como a Índia, Tailândia e alguns outros países asiáticos. É também um preparado típico da culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia.
Este condimento é feito à base de pó amarelo de açafrão-da-índia, cardamomo, coentro, gengibre, cominho, casca de noz-moscada, cravinho, pimenta e canela. Para além destes ingredientes básicos, outros são incluídos, de acordo com as preferências: alforva, pimenta-de-caiena, cominhos finos, noz-moscada, pimenta-da-jamaica, pimentão e alecrim, entre outros. Existem caris que chegam a levar setenta plantas diferentes.
Inicialmente o caril servia para temperar exclusivamente o arroz, mas actualmente é usado para a confecção de inúmeras receitas, como o frango de caril, etc.
A introdução da palavra caril na língua portuguesa remonta a 1563, data do primeiro registo escrito, tendo tido como origem a língua tâmil.
Se não é fã de comida asiática, a pesquisa agora revelada no Reino Unido pode fazê-lo mudar de ideias: segundo o professor Murali Doraiswamy, da Universidade de Duke na Carolina do Norte, EUA, a curcumina - componente de uma raiz usada para fazer caril - consegue evitar que se espalhem as placas amilóides, depósitos de proteínas que degradam as ligações entre as células cerebrais.
Este efeito poderia prevenir doenças como Alzheimer ou demência, um benefício para os amantes de caril que incluam na sua alimentação esta mistura de especiarias entre duas a três vezes por semana. Segundo o site da BBC, os investigadores obtiveram resultados positivos nos testes que efectuaram com ratos, estando agora a estudar uma forma de aplicar a mesma terapêutica em pacientes de Alzheimer, que poderão tirar proveito da curcumina.


Fontes: Wikipédia e Portal das Curiosidades

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

batata

Na terça-feira, dia 15 de Fevereiro de 2011, o prato do dia no Terrace foi "Gratinado de Batatas e Queijo".
Inauguramos aqui a nossa rubrica "ingredientes" começando por vos falar um pouco da batata.


A  batata (Solanum tuberosum) é um tubérculo pertencente à família das Solanáceas. É um dos vegetais mais utilizados em todo o mundo, cultivando-se actualmente milhares de variedades.
Os primeiros cultivos deste legume foram na região dos Andes há cerca de mil anos atrás, sendo levado do Peru para a Europa em meados do século XVI, onde primeiramente foi cultivado como uma planta tropical exótica e com fins medicinais. Somente dois séculos depois foi incorporado na dieta regular dos europeus.
No nosso país, a batata é uma importante cultura onde se calcula que, anualmente, sejam cultivados, cerca de 47.000 hectares, dos quais aproximadamente 77% correspondem a batata de regadio, obtendo-se uma produção anual superior a 700.000 toneladas.
           A batata é cultivada em todo o território nacional, preferencialmente em locais cujas temperaturas não sofram grandes amplitudes e, sobretudo, onde a ocorrência de geadas seja nula. As áreas de mercado mais representativas são Aveiro, Viseu, Montijo, Oeste, Bragança e Chaves.
Muito rica em carbohidratos, a batata é uma grande fonte de energia. Contém ainda sais minerais, vitamina C e, em pequenas quantidades, vitaminas do Complexo B e também alguns minerais, como o potássio e o cálcio.
Embora o seu teor calórico não seja muito elevado, este pode triplicar em processos como a fritura, uma vez que o tubérculo absorve grande parte da gordura usada no método culinário.
A batata é uma hortaliça muito versátil, que pode ser utilizada numa infinidade de pratos, como sopas e guisados e também como acompanhamento versátil de carnes, aves e peixes, onde  pode ser confeccionada cozida, frita, assada, salteada, gratinada ou em puré.
 
Fontes: texto e imagem